

BRASIL, Sudeste, Se voce retirar textos da dissertação, por favor,, Coloque os CREDITOS ! Estão no inicio do Blog, Mulher, de 26 a 35 anos
Blogs sobre Games da MTV, feito por mulheres:
Jogo de Panelas
http://mtv.uol.com.br/jogodepanelas/blog
Game Blog
http://mtv.uol.com.br/gameblog/blog/
Aceitando o comentario da visitante!
Blog de 5 garotas sobre Games, também muito bom:
http://girlsofwar.wordpress.com/
Parabéns meninas!
Achei um blog interessante de Games feito por uma mulher
http://colunistas.ig.com.br/gamegirl/2009/05/18/games-invadem-o-jornalismo/
Mulher jogando Videogame? Só se for o Shii , segundo muitos homens. O vídeo tem feito muito sucesso e arrancado risadas do público masculino, entretanto, a maioria das mulheres não vê graça alguma no vídeo, especialmente no final. Mas creio que esse é um bom ponto de partida para pensarmos sobre mulheres e games.
A primeira questão que sempre se levanta: mas as mulheres ( aqui entendidas como meninas, adolescentes e adultas) jogam games? Por exemplo, pesquisa da ESA- ( The Entertainment Software Association), realizada em 2008, aponta que 40% dos jogadores americanos são mulheres. Dentre estas usuárias, as que têm mais de 18 anos representam uma porção significativa no mercado (33%), ou seja, essas mulheres representam uma porcentagem de usuários maior do que os meninos menores de 18 anos (18%). A ESA-Canadá, em pesquisa em 2007, mostra que neste país as mulheres representam 42% dos usuários de games. Como apontam as pesquisas, o predomínio do uso dos games tem sido masculino. Por outro lado, a participação das mulheres no uso de games tem crescido a cada dia.
É fato que muitas mulheres não jogam. Na literatura sobre games, existem diversas explicações para isso. Algumas delas estão relacionadas a fatores relativos as diferenças de gênero. Entre estas diferenças poderiam haver fatores biológicos ( as mulheres teriam menor habilidade visual comparada aos homens, o que dificultaria jogar, por ex.) ; poderiam haver diferenças socialmente determinadas ( os games são reforçados como objetos e brinquedos masculinos), entre outras diferenças .
Outra explicação encontrada na literatura é de que a forma como os games são construídos não interessam as mulheres. Um dos motivos seria a forma como a figura feminina é representada nos games ( de forma estereotipada, excessivamente sexualizada, muitas vezes o personagem mais frágil e mais ineficaz) .
A literatura também parece acreditar que há uma correlação entre a falta de mulheres na indústria e o pouco interesse feminino por games. Segundo Agosto (2004), a maioria dos jogos é desenhada e vendida para homens; a autora cita diversas pesquisas que sugerem esse fato, dizendo que a boa parte da indústria dos games não estaria pensando nos interesses das mulheres.
Voltando ao início do texto, a imagem que me vêem a mente sobre muitos gamedesigners é a apresentada no Shii, ou seja: designers que montam jogos a partir da visão masculina da mulher. No caso, a visão masculina apresentada no vídeo humorístico ( bastante machista, na minha opinião) é de que as mulheres só podem se interessar por um game onde haja coisas de casa, conversa, beleza e sexo que agrade aos homens. Uma competição de sexo oral é uma imagem bastante masculina – geralmente o tema da competição sexual está mais ligada a homens do que mulheres.
Entretanto, apesar de ser uma minoria, temos mulheres que se interessam por games ( e não é da forma apresentada no vídeo). Uma pequena parcela das mulheres joga os mesmos títulos que os homens, com ação, violência e sangue, temas geralmente associados aos homens ( no vídeo do Shii, são essas as atividades praticadas pelos homens- matar o outro com a espada, cair atirando em combate, dirigir veículos) .
Mas a grande maioria das mulheres se interessa por outros temas e títulos. É famoso o uso das mulheres do jogo The SIMs, por exemplo. Outros exemplos freqüentes são Kingdom Hearts, e agora , o mais famoso entre eles, o WII Fit. Não é minha intenção aqui relatar todos os jogos mais usados pelas mulheres no videogame ( remeto aqui para meu artigo apresentado na SBGames 2008) . Quero destacar apenas que as mulheres fazem parte de um importante mercado : o de jogos casuais.
Segundo a Casual Games Association, em pesquisa realizada em 2007 as mulheres representam 51% da população que se utiliza estes tipos de jogos gratuitos, e representam 74% das mulheres que pagam para jogar. Segundo pesquisa da RealGames, de 2008, 81% dos jogadores de casual games são mulheres. Os jogos casuais, entretanto, muitas vezes são desvalorizados pelos gamers como jogo “ menores” ou “ sem graça”.
Para finalizar, gostaria de dizer que creio que ainda há muito preconceito com relação a mulheres que jogam games. Seja por achar que elas tem menos habilidades, seja por achar que elas se interessam por jogos “ sem graça”, muitos homens ainda vêem com lentes machistas e preconceituosas mulheres jogando. Esse preconceito existe mesmo entre aqueles que serão futuros game designers. Na SBGames 2008, a audiência ( basicamente constituída por universitários dos cursos de jogos digitais de diversos estados ) me espantou quando apresentei o trabalho sobre mulheres e games . Estava explicando sobre as diferenças de gênero, que alguns teóricos acreditavam que as mulheres eram menos dotadas de visão tridimensional . A platéia masculina vibrou em coro: “ É isso ai! Elas não sabem jogar!” , e na seqüência quando disse que as mulheres tem mais habilidade verbal , muitos vaiaram e disseram ( Nheeee, nem é isso) , ou coisas do gênero.
Também no mesmo evento, representantes da Sony Entertainment dizem a platéia: “Games são para homens de 18 a 24 anos. Até tem mulher que joga Bejeweled no DS, mas isso é completamente irrelevante”. Entretanto, outras empresas ( cito aqui em especial a Nintendo e a Ubisoft) já estão atentos ao publico feminino, com títulos e temas que atendem mais ao interesse das mulheres.
Convido pesquisadoras e jogadoras a participar da minha comunidade – Mulheres e Games Brasil- na rede Linked In, para debater o tema de mulheres e games. Homens interessados no tema também são bemvindos!
Estou trabalhando o tema de mulheres e games, e no meu ponto de vista, ainda tem muito preconceito com relação ao uso de videogames por mulheres ... da uma olhada nesse video que faz uma parodia do Wii, que virou o Shii. Preconceito puro.
http://www.youtube.com/watch?v=_SXNAtwYMBw
Animações de Games que achei divertidas:
Mario no Mundo de Vice City
http://www.youtube.com/watch?v=TLlKO_eR5vQ
Dança coreografada no World of Warcraft
http://www.youtube.com/watch?v=gOqUQK6L_rQ&feature=related
South Park no World of Warcraft
http://www.xepisodes.com/episodes/1008/Make-Love-Not-Warcraft.html
" How To kill the one that has no life!"
Tava olhando meu Blog, estou na média de um post por ano... atribulações profissionais! Farei uma tentativa de retomar o Blog.
A SBGames 2008 foi interessante. Apresentei o trabalho de Mulheres e Games, e foi divertido porque minha apresentação foi no mesmo dia do Chaverot, da Ubisoft, que está desenvolvendo uma linha de games para meninas, o Imagine.
Pra minha surpresa, a apresentação sobre a disciplina de Psicologia no curso de games de PUC-SP foi mais bem recebida que eu esperava. Bom, ai uma foto da minha apresentação.
Esses artigos foram publicados nos anais da SBGames. Quem quiser ler pode me escrever que eu envio - ivelisefortim ( at) gmail.com. Continuo pesquisando no tema de mulheres e games. Vamos ver o que a SBgames 2009 nos reserva!
Estou feliz porque meu artigo sobre Mulheres e Games foi aprovado para o track de Cultura da SBGames 2008 !
Belo Horizonte, ai vamos nós!
As repercurssões do SBGames foram muito boas! Saiu uma pequena noticia no UOL Jogos. Obrigada Lynn pela força!
Livros discutem papel do game nas sociedades real e virtual
http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2007/11/09/ult530u5574.jhtm
Teve outro lançamento na SBGames 2007. Foi na Unisinos, em Porto Alegre. Fiz o lançamento junto com a Filomena Moita , que estava lançando o livro " Game on". Depois a noite fomos jantar junto com Gonzaga, Andrea Lago, Lynn Alves , Roger Tavares e os portugueses Nelson Zagalo e Licinio.
Na foto, Eu, Lynn , Filomena Moita e Roger.

PS- Tem link pras pessoas ai em cima, só passar o mouse ( Esse template não destaca muito os links!)
Oi,
O Lançamento na PUC-SP foi bem legal: Foram vários amigos queridos prestigiar o lançamento do livro! Estou postando algumas fotos do lançamento para quem não pode ir.

Dando autográfos

O Livro

Pessoal do NPPI

Amigos
Bom pessoal, quem quiser ver mais tem fotos no meu orkut.
Olá a todos!
Retomando o blog após longo e tenebroso inverno! Apesar do fechamento de Vitália, hoje temos o MUD " Os guardiões de Samsara", o que nos permite ver que os MUDs ainda existem com alguma força por ai.
Queria convidar a todos para o lançamento do livro!
Para quem está em São Paulo, venha tomar um vinho comigo no lançamento!
Se voce já pagou, venha buscar seu livro e certificado! Se não comprou ainda, aproveite para comprar! :)
O coquetel de lançamento é dia 31 de Outubro, a partir das 18:00 horas, no Saguão da Biblioteca da PUC-SP .
O endereço é R. Monte Alegre, 984.
Pessoal do interior de SP também está convidadíssimo.
Beijos a todos.
Olha ai a capa do livro!

O livro versa sobre um jogo e uma realidade virtual chamada MUD (Multi User Dungeon). O jogo é baseado numa aventura de estilo medieval, no qual o usuário confronta-se com monstros virtuais, a procura de tesouros. Graças a comunicação entre os usuários, é possível formar-se um agrupamento de jogadores em torno do MUD.
Assim, a proposta da pesquisa foi fazer uma etnografia virtual, para conhecer os jogadores participantes desse programa e saber os motivos que os atraem a dele participar, uma vez que muitos jogadores dispendem bastante tempo com ele. As motivações mais freqüentes apontadas pelos jogadores foram dispostos em quatro itens: Jogo, Realidade virtual, Aventura e Sociabilidade. No item Jogo, examinou-se como os jovens são atraídos por este jogo eletrônico, e verifica-se que tipo de jogo se constitui o MUD. Sendo ele simulador de uma Realidade Virtual, os jogadores podem utilizar-se dele de duas formas: uma, como Espaço Psicológico e outra, para a vivência de uma Aventura. No aspecto de Sociabilidade, discute-se o MUD como propiciador de novas amizades entre os usuários e, também, como pode-se considerar o MUD uma comunidade virtual.
Ao final, se faz um paralelo entre o conto Alice no Pais do Espelho, de Levis Carrol, e a vivencia de um jogador de MUD.
amigos, alunos e equipe do NPPI:
Adriano Maggioli (Azlan Pendragon),
André Maggioli (Panoramix Pendragon),
Andrea Nolf,
Andreia Yuri Takatama,
Bruno Pavonni (Eomer),
Carina Agostini (Millet),
Caroline Brandão Pires de Almeida,
Célio Andrade de Santana Júnior,
Daniele Gasparini Marcato (Lirith),
Elaine Franzini Soria,
Euder Rodrigues (Packer),
Fernanda Pimentel,
Giulia Cerutti (Scarlet),
Gustavo Tontini (Scary),
Guilherme Ohl Teixeira,
Helen Cordeiro Audino,
Juliana Zacharias,
Kleber da Silva Rodrigues (Torvante),
Leonardo Carvalho (Zickler),
Leonardo Antonio Marui Cosentino,
Lucas Pedreira de Lima (Nanoc),
Luciana Ruffo,
Luciano Bento,
Luís Fernando de Oliveira Jacintho (Cordis Mcllister),
Luiz Ojima Sakuda,
Maluh Duprat,
Marcelo Moreli (Darkland),
Natalie Soares Ruano (Penelopy),
Oswaldo de Araujo Berlitz (Oliver Firenze),
Rodrigo Emanuel Periotto,
Rosa Maria Farah,
Vera Campos (Hitty),
Vitor Paese (Jay Crow),
Vitor Tibério (Wery),
Wagner Passos (Sirlouis).